Então se um dia a Netflix resolver fazer uma série de Portrait of Ruin e chamar de Chiaroscuro, lembrem-se, vocês viram primeiro aqui.😁
Até a próxima.
Então se um dia a Netflix resolver fazer uma série de Portrait of Ruin e chamar de Chiaroscuro, lembrem-se, vocês viram primeiro aqui.😁
Até a próxima.
Depois de ter todos os pedaços arrumados e ter o cenário semi-pronto, me deparei com outro problema: a profundidade de campo. Olhando sem os personagens, o cenário parece pequeno, de fato, está pequeno. Quem conhece o jogo, sabe que é um espaço bem maior, mas eu estava limitado também pelo frame, eu queria esse enquadramento pra mostrar bem os detalhes como os pilares, a ponte e os aclives cheios de vimes.
Esta montagem foi particularmente difícil pela quantidade de material que tive de procurar pela internet e pela diversidade de resoluções e cores, ter de igualar em termos de tons isso tudo de modo a criar uma "fotografia" pra cena é trabalho que leva tempo e não pode ser feito às pressas. Os penhascos do fundo por exemplo foram feitos de diferentes ângulos do mesmo local copiados e reorganizados, pintados e clonados, pra não contar a equalização de tons e o fato de ser necessário encontrar fotos com luz já na direção que você planejou para a cena, do contrário você terá de fazer isso manualmente, e nem sempre dá um bom resultado.
Nessa primeira opção a referência é a estética usada no novo game da série Street Fighter, um ótimo game por sinal, em que os contrastes fortes dão um aspecto mais vivo e sólido aos personagens. O cenário ao fundo foi feito meio às pressas, sem referências, então não repare se não estiver muito próximo da realidade, meu interesse básico aqui era puxar e esticar as personagens, aliás uma coisa que acho bacana em uma ilustração é quando o autor consegue trabalhar ângulos extremos, nessa série eu vou procurar explorar esse aspecto.
Essa segunda já não é um desenho meu, mas de meu amigo Alan Patrick, claramente inspirado em Alex Ross. Alan retratou aqui o personagem Maximus de outro colega nosso, Alan Yango.
Na mesma aba, clique em "Dual Brush", selecione outro pincel para sobrepor e mixar com o atual. "Diâmetro" é o tamanho do pincel mixado com o atual, ajuste durante o processo, "Spacing" é o intervalo de repetição do pincel dentro do atual. "Scatter" espalha o pincel mixado tornando a pincelada mais "seca", será mais fácil de entender se você experimentar, vai notar logo o resultado. Não precisa mexer em "Count".
De resto, clique em "Brush Type Shape" onde você pode manipular o ângulo que pode lhe dar muitas opções diferentes de direções, o resto é por as mãos à obra.
Parece uma coisa sem sentido, mas quando eu digo "deixar a imagem ir" me refiro ao fato de que muitas vezes quando se está criando ou finalizando uma coisa, o artista se fecha em cima da visão pessoal de tal forma que às vezes ele nem percebe a importância de se considerar como o resultado está sendo visto por outros. Algo que você pode chegar a considerar ser um trabalho "sem falhas", por assim dizer, pode não necessariamente ter o mesmo efeito em outros olhos, isso lhe impõe o saudável desafio de tentar balancear seus critérios de artista com os do observador, quando se lida com um tipo de arte que é feita para e precisa ser vista, isso pode ser um divisor de águas.
No caso aqui, como eu falei, eu não acho que chegou exatamente ao nível "fotográfico", mas eu tive a vantagem de ver os diversos estágios de evolução, eu vi como tudo chegou ao que é agora enquanto meus amigos só as viram prontas. Acho que o ponto chave disso é que eu consegui emular das fotos que usei como referência os pontos que são mais importantes pra deixar o observador "confortável", ou seja, familiarizado com a cena.
Isso é uma coisa que eu reparo muito em filmes por exemplo, quando há uma determinada cena de efeitos em cgi eu notei que existe muito mais chance de ela ser aceita como real se estiver retratando algo ordinário, ou cotidiano do que quando mostra algo fantasioso, pois por mais realista que um objeto esteja representado, o cérebro tem mais resistência a aceitar uma coisa que não faz parte de suas experiências físicas, daí certos efeitos em CGI mesmo estando a um nível próximo da realidade acabem sendo vistos como algo falso.
No caso aqui, um dos fatores que eu acho que pesou muito foram as gotas de água. Elas não só ajudam a conferir um tom de casualidade, mas ajudam a distrair os olhos, pois competem com os detalhes das texturas, que na verdade apenas lembram a fruta original e deixam o observador "confortável" como eu expliquei acima e ele aceita o que vê com mais facilidade.
A combinação dessas noções e mais uma boa dose de paciência podem ser fatores muito importantes para o desenvolvimento do artista que trabalhe com esse tipo de arte, quando você menos esperar ela surtirá efeito no espectador, quando isso acontecer você saberá que teve resultados.
Nos últimos meses eu pude finalizar outra montagem de Elu como Lilith, mas dessa vez baseado no design que eu tinha feito para a personagem imaginando-a como se fosse em um filme. Pra isso eu baixei outra foto de Elu e começei a pintar a roupa sobre a modelo e me inspirei em algumas referências do filme "Demolidor" da Marvel (não é lá uma obra-prima, mas nesse caso serviu) pra montar uma cena da personagem sobre uma catedral com uma paisagem urbana noturna ao fundo.
O que me deixou mais satisfeito nisso foi poder ver a diferença e a evolução em relação a um ano atrás. Na primeira eu não havia feito mais que acrescentar detalhes via photoshop, já no segundo, praticamente a roupa foi toda feita via pincel e a iluminação abrangeu não só a personagem mas os objetos em volta. Outra coisa que achei muito funcional foi a adição de desfoque tanto no plano de fundo quanto no primeiro plano, algo que eu também peguei de imagens de filmes e ajudam a conferir um tom mais realista à cena. Isso mostra que além do estudo, a prática é imprescindível para alcançar resultados satisfatórios.
Aqui é mais uma tentativa no universo do matte Painting, eu achei essa cosplayer no Deviantart e achei seu trabalho fantástico e resolvi fazer essa montagem com diversos pedaços de fotos que achei aleatoriamente e um no DA. O maquinário eu trabalhei a partir de sketches do jogo que eu achei, a parte mais difícil sem dúvida foi mesclar a próppria cosplay no cenário uma vez que a cor original não era essa, fora que tive que mudar a posição da luz e adicionar detalhes como sujeira e brilhos onde era necessário, mas o resultado ficou bem legal.
No penúltimo post eu falei um pouco a respeito da técnica de Matte Painting e que eu estava treinando aqui em casa em meio a outros projetos, meio bagunçado meu cotidiano, mas eu vou mudar isso logo, eu preciso mudar isso logo ou fico doido.
Bem este é o último trabalho que eu fiz treinando essa técnica, já havia feito uma mais leve, mas essa aqui levou mais tempo por causa da dificuldade que tive pra arrumar as referências que eu queria.
Essa temática do Teatro da Paz todo quebrado e tomado pelas plantas já é bem velha no imaginário da maioria das pessoas que eu conheço que mexem com alguma forma de arte visual, já a vi até mesmo como tema de livro. Então há muito tempo eu tinha a idéia de criar algo assim com o aspecto que vemos em filmes de fantasia, mas com alguma coisa daqui de Belém.
Ainda tenho algumas idéias para mais, talvez uma série com essa temática, só que no momento vou ficar só nessa.
Falando de como foi feita, tudo que se precisa para dar início à construção da imagem é um computador (é lógico), uma caneta digital, Photoshop, muitas fotos de vários lugares e muita paciência, vale ressaltar que o modo que eu estou usando aqui não é exatamente o padrão de como se faz um matte painting, à medida que fui progredindo após terminar esse trabalho fui descobrindo mais coisas, mas aqui vou me ater a como cheguei ao resultado acima.
Primeiro de tudo ter uma noção de como quer a cena, de como vai ser a composição, isso eu decidi na foto do teatro que eu tirei. De resto é começar a arrumar as peças o teatro é separado do fundo e o céu será substituído por outro mais ‘dramático’, uma queda d’água pra dar a impressão de que o chão cedeu e um igarapé se formou ali e a escada foi retirada de um pequeno coreto da praça da república.
Em seguida, cada elemento deve ser tratado separadamente, usando principalmente o controle de níveis de sombra e saturação. Seleciona-se o objeto e vai em: Images / Adjustments / Levels para escurecer e dar um tom mais de fim de tarde para a imagem, o céu foi feito de forma semelhante, mas teve sua camada duplicada e na cópia foi ajustado o level e o Color balance para uma tonalidade mais magenta e escura, após isso usei o modo multiply na camada que escurece a imagem e a funde com a de baixo que no caso aqui é o céu original, depois ajuste a opacidade da camada escura para não ficar escuro demais. Todas as demais camadas foram tratadas de forma semelhante, alguns recortes de vegetação avulsa foram adicionados aleatoriamente lembrando que cada elemento precisa estar em sua própria camada, assim será possível modificá-lo sem interferir nas outras. Notem que o teatro está todo rachado, aí não tem plugin pra isso, é preciso quebrá-lo manualmente, usando a borracha pra apagar e o pincel pra definir e justificar as rachaduras
Aqui o teatro foi escurecido da mesma forma que o céu, com a duplicação de sua camada, tendo o teatro já envelhecido, ajustar a camada para multiply e deixá-lo mais escuro. Encontrei uma foto excelente para primeiro plano, que é muito importante para a composição da imagem. Um tronco coberto de musgo na vertical dá um tom mais caótico e quebra a direção das linhas verticais do teatro e recebe o mesmo tratamento do teatro. Outra coisa que não mencionei no primeiro é mexer na saturação da imagem. Basta ir em Images / Adjustments / Hue-Saturation. A saturação é e predominância dos valores de cor em toda a imagem, mais saturação cores mais fortes, menos saturação, menos cores. Use isso para balancear as camadas que tiverem uma cor mais forte que outras e assim tornar a imagem mais homogênea.

Juntos todos os pedaços, é hora de adicionar detalhes, usando a ferramenta clone em modo all layers, crie uma camada específica e nomeie como vegetação, por exemplo. Vá adicionando onde você acha que ficaria melhor, lembrando a que a vegetação em cima precisa estar atrás do teatro, portanto ficará em uma outra camada específica. Para o fundo você vai precisar de fotos que tenham grandes zonas de vegetação para preencher, um detalhe: entre em Images / Adjustments / Levels e
O próximo passo foi trabalhar o espaço entre o primeiro plano e o teatro. Havia uma parte escura na lateral do teatro e para preenchê-la eu precisei buscar uma foto de árvore que parecesse caída e que tivesse de preferência um luz vinda de trás para não precisar criar a iluminação por conta própria, fora outros detalhes como vasos quebrados e animais como o caso da onça sentada sobre a pedra, tive sorte de achar uma foto que se encaixa perfeitamente ali, é claro que a iluminação era diferente. Para deixá-la assim eu criei três camadas da mesma onça e dessaturei a primeira camada, aumentei o brilho de segunda e escureci a terceira, após isso ajustei a primeira camada para Multiply e com a borracha fui apagando onde supunha que a luz atingia deixando que a camada mais clara aparecesse. Para dar um tom mais “selvagem” à cena, criei mais uma camada à qual adicionei um pouco de fumaça com o pincel enevoado para e apaguei algumas partes para ir tornando a fumaça mais caótica.
Feito isso eu tirei um JPEG da imagem e abri como novo arquivo e criei três camadas da mesma imagem e fiz o mesmo esquema que usei na onça, dessaturei uma das camadas, aumentei o valor do brilho da segunda e amarelei a terceira, em seguida usei os modos de Blending que ficam na janela Layers para misturar e equalizar as imagens. A camada dessaturada em deixei em modo multiply, a de maior brilho em modo screem e a última em multiply, feito isso fui ajustando a opacidade de cada camada de modo que pudesse chegar a um resultado bom.
Por último criei mais uma camada entre o teatro e o primeiro plano e adicionei com o pincel enevoado os raios de sol que saíam pelas nuvens, reduzi a opacidade do pincel para 30%, e puxei alguns raios de luz que depois fui refinando com a borracha até alcançar um resultado que me agradasse.
Pra finalizar apliquei um filtro de radiosidade que simula a luz difusa e torna mais homogêmea a imagem e então ponho em um formato widescreem para parecer que é um fotograma de um filme.
É isso galera espero não ter sido muito confuso, é a primeira vez que faço um passo-a-passo.
Até a próxima.
Muita gente estava esperando por essa aqui, eu comecei a fazer essa aqui com o Corel Photopaint IX, mas no caminho eu consegui o Photoshop CS3 e resolvi recomeçar do zero, com um resultado muito acima do que eu esperava. A parte boa disso tudo é que estou me desatolando de trabalhos pendentes por falta de tempo.
Matte-painting, uma vez comentei que estava aprendendo sobre isso com um amigo meu e ele disse: O que é isso?. Uma coisa interessante sobre essa técnica usada desde o início do cinema é justamente que ninguém saiba que ela está lá, talvez seja este o maior elogio que o público possa fazer ao trabalho desses profissionais.
Consiste na criação de uma pintura sobre uma superfície, normalmente uma placa de vidro, que deve interagir com o cenário onde se encontra o ator. Essa pintura tem a função de expandir o ambiente em determinadas situações em que seria muito caro criar o cenário na realidade, ou seja, só pode ser usado em cinema.
Os técnicos trabalham na animação e nas maquetes com a gigantesca pintura ao fundo
Provavelmente o primeiro trabalho com essa técnica que se tem notícia tenha sido o filme Missions of California feitas pelo artista Norman Dawn em 1907. Algumas bem notórias são Metrópolis ( 927) onde Fritz Lang usou a combinação de pinturas em vidro e de fundo com animação em stop motion para criar sua fabulosa cidade do futuro. Podemos citar outros exemplos como a Xanadu de Charles Foster Kane em Citizen kane (1941).
O mestre Alfred Hitchcock sempre foi um freguês assíduo desta técnica, especialmente porque ela lhe permitia filmar em estúdio sem os contratempos típicos da filmagem em locação e lhe permitia um controle maior sobre tudo dentro de suas obras, seu artista predileto era Albert Whitlock
Rebbeca - A mulher inesquecível
Cena final de Os Pássaros pintada em vidro por Albert Whitlock
Outro momento de Os Pássaros, apenas o centro da cidade é estúdio.
Uma técnica que permite baratear uma produção, o Matte Painting sempre foi figura carimbada em grandes produções, Ben-hur (1959) de Willian Wyler fez grande uso desta técnica, como a maioria dos épicos anteriores e que vieram depois mas com certeza uma dos mais notórias foi a série Star Wars (1977 - 2006) que abrangeu a transição desta técnica, de vidro pintado para pintura digital.
Essa transição se deu em meados dos anos 80 com a inclusão crescente de computadores na arte cinematográfica. Uma das primeiras foi em The Young Sherlock Holmes (O Enigma da Pirâmide, 1985) em que o artista Chris Evans fez uma pintura em acrílica sobre vidro de um cavaleiro em um vitral. Esse vitral mais tarde foi escaneado nos estúdios da LucasFilm que usou um programa chamado Pixar para aplicar a pintura a uma placa virtual que mais tarde seria inserida na filmagem e se tornaria uma cena em que a figura salta do vitral para atacar sua vítima. Era uma coisa que era impossível de se fazer com o matte-painting tradicional.
Da escola antiga dessa arte temos Norman Dawn, Walter Percy Pop Day, Harrison e Peter Ellenshaw, Matthew Yuricich, Ralph McQuarrie e muitos outros. Hoje com o advento da tecnologia digital o uso da pintura manual está quase em desuso, mesmo porque sua técnica era bastante trabalhosa, imagine ter de levar uma enorme placa de vidro para uma locação inóspita e mantê-la intacta e sem um arranhão sequer, para quem quiser uma opinião profissional procure esta entrevista com Arturo Uranga, um dos mais profílicos artistas dessa técnica no Brasil. O Matte Painting atual é 50% Photoshop e 50% Imaginação. Acho que nem preciso citar exemplos de filmes que mostraram o avanço na qualidade dessa técnica graças à possibilidade de se trabalhar em cima de referências fotográficas de alta resolução. Pra se ter uma idéia, uma única placa usada para ilustrar uma cena de Naboo
Exemplos de Mattes da nova geração.
Hoje em dia existem muitos cursos lá fora para esse tipo de técnica, livros, dvd’s e tutoriais sobre o assunto na internet bastando para isso digitar Matte Painting. Nos meus favoritos há alguns links para sites para que tiver interesse no assunto.
Um dos artistas que mais admiro, não apenas pela sua capacidade com o storytelling, mas pela beleza visual de suas obras é sem dúvida Hayao Myiazaki. O backgrounds de suas animações em sua maioria feitos à mão são quase todos de autoria de Kazuo Oga que consegue transpor para a cena toda uma sensação de imersão naquele ambiente onde se passa a história, tudo isso explorando uma regra simples: a relação da luz com o ambiente, desde a separação entre claro e escuro até a forma como a luz afeta as cores do ambiente e como cria sombras através das formas sólidas que a anulam, isso é algo que eu persigo como meta e espero um dia chegar a um resultado pelo menos próximo do mestre Kazuo.
Aqui temos uma amostra de seus trabalhos em livro, clara referência para a cena que fiz mais acima no photoshop CS3, meu trabalho ali está mais para o que se costuma chamar de "Speed paint", um tipo de pintura em que conta o resultado em função do tempo. Esse trabalho é uma capa para uma cartilha sobre como evitar a malária. A intenção é mais ilustrativa, atrair a atenção do público alvo. Espero ter conseguido... :)

Estou aproveitando pra desforrar o tempo que passei esperando por uma mídia melhor, como expliquei no primeiro post, esses são trabalhos que já foram postados no meu outro fotolog, mas não com essa qualidade. Essa é baseada em uma das minhas fixações, o horror oriental, o curioso é que vasculhando a internet recentemente à procura de imagens de outros artistas, encontrei umas duas ou três variações desse tema da menina fantasma e sua boneca amaldiçoada. Aliás pra quem quiser uma boa fonte de referência em termos de ilustração e pintura digital, eu recomendo este site: http://www.cgsociety.org/, a maioria dos artistas lde á trabalharam em produções para cinema e animação, fora a quantidade de links para outros sites de ilustração, é estimulante e enriquecedor observar o trabalho desses caras.
Inicialmente feita à moda antiga, lápis, nanquim e escaneado para ser pintado em corel PAINTER 9, logo depois um leve efeitos de "glowing" em torno do templo ao fundo foi feito no PhotoPaint IX para dar um efeito de distanciamento, logo após, um filtro de radiosidade para dar um aspecto de poeira no ar.
Há alguns anos eu tinha iniciado um fotolog para divulgar meu trabalho com quadrinhos e ilustrações, com o tempo começei a ver que o flog não mostrava as imagens exatamente como eu queria, as imagens eram pequenas e não mostravam todos os detalhes que eu queria mostrar, com esse Blog eu espero poder mostrar meu trabalho com o nível de detalhes que eu gostaria.